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Quando se pensa em dança do ventre, a primeira imagem que vem à cabeça é a daquelas mulheres vestidas com trajes estonteantes e que fazem incríveis movimentos sinuosos com o corpo. Que homem resiste? Verdade, só que se você acha que esta dança é apenas um exercício de sensualidade, saiba que esta qualidade é apenas um dos inúmeros benefícios que a dança do ventre traz - e não é nem de longe o maior.

Cálculos do departamento de Medicina do Esporte da Escola Paulista de Medicina revelam que uma hora de dança do ventre queima cerca de 300 calorias. Está aí uma opção para quem tem horror a malhar nas academias. Silhueta mais feminina, bumbum durinho, braços alongados e coxas mais grossas são algumas das vantagens da dança. Isso sem contar a injeção de auto-estima e alguns benefícios fisiológicos. Quer mais? Veja o que a dança do ventre pode fazer por você

 

De onde veio

Existem inúmeras versões sobre a origem da dança do ventre e nenhuma delas apresenta provas convincentes o bastante. No entanto, há um certo consenso em relação à hipótese mais provável. Suas raízes estariam nos cultos antigos à grande Deusa, geradora do universo e adorada pelos povos da Antigüidade. A dança reproduzia os movimentos de criação do mundo.


As datas são bem imprecisas. Os rituais teriam se iniciado por volta de 7 mil anos a.C. Há registros na Índia, Mesopotâmia, Fenícia, Grécia, Pérsia e Egito, este último considerado o berço da dança. Os árabes que invadiram este país teriam sido os responsáveis pela divulgação mundial. Outra função atribuída à dança é a preparação da região pélvica para a gravidez e o parto. Afinal, naquela época, nem se ouvia falar em cesariana e anestesias. A dança ganhou, pouco tempo depois, caráter de diversão, o qual permanece até os dias de hoje.

Mas, se você pensar nesta dança apenas como espetáculo de sedução, vai perder a melhor parte do show.

 

Corpo de violão

Qualquer pessoa pode praticar dança do ventre. Não há restrição de idade, nem limitação física, exceto por problemas mais graves de coluna. Para as crianças, aconselha-se começar esta dança a partir dos 9 anos. Gestantes podem dançar normalmente, desde que a gravidez não seja de risco. A roupa é indispensável para as apresentações. A composição básica é formada por bustiê, cinturão, saia longa, com ou sem abertura nas pernas, e véu.

 

Depois de pouco tempo de prática, já dá para sentir as diferenças. A técnica modela o corpo, afina a cintura da mulher, arredonda os quadris e enrijece pernas e braços. Os movimentos ondulatórios alongam a musculatura lateral e afinam a cintura. A mulher fica mais curvilínea. Já as batidas de quadril trazem uma série de outros benefícios: enrijecimento muscular em várias partes do corpo, como no abdome, centro energético da dança; nas coxas porque elas dão contrair a musculatura glútea.

Os passos executados com os braços e com a manipulação do véu ampliam o movimento do ombro e alongam a musculatura peitoral. Por tudo isso, a dança do ventre é um excelente exercício de resistência muscular localizada. Haja fôlego! Para quem pensou que era moleza, note que esta dança já entrou no páreo com as aulas de ginástica.

 

 

 Abaixo o mito da barriga!

As professoras de dança do ventre se arrepiam ao ouvirem falar que a dança do ventre dá barriga. Criou-se este mito porque qualquer pessoa pode praticar, até mesmo as mais descuidadas com a forma física; daí o fato de o público pensar que esta dança deixa as gordinhas com uns quilos a mais, porém existe uma dose de verdade nisso, mas a dança não é a responsável e, sim, quem a pratica. Quando você joga o bumbum para trás, acaba forçando a coluna. Esta postura errada causa dores lombares e facilita o acúmulo de gordura no baixo ventre. Então, é só seguir as regras e acertar o encaixe no quadril para não ter surpresas depois.

Por isso é muito importante procurar uma profissional no assunto, que tenha anos de experiência com aulas e danças que saiba lhe ensinar as técnicas corretas para não prejudicar seu desempenho artístico e corporal.

 

 

Dança terapêutica

Não se pode esquecer do tratamento interno da dança do ventre. Para muitas dançarinas, ela é um verdadeiro exercício de relaxamento e autoconhecimento, como nas demais técnicas orientais, como a yoga. Para as mulheres com distúrbios de sexualidade, é um santo remédio receitado pelos próprios ginecologistas. A dança trabalha seu interior, traz de volta sua auto-estima, deixa aflorar a sua feminilidade.

 

Além disso, estimula contrações uterinas, o que alivia completamente as cólicas menstruais primárias. Os movimentos também dão uma boa regulada no aparelho intestinal. Muitas professoras relatam casos de alunas que conseguiram a gravidez tanto desejada, após começarem a praticar dança do ventre. A suspeita não é infundada, há um estímulo da região ovariana, isso contribui para regular o fluxo menstrual.

 

Texto adaptado por: Tatiana Bandeira - Professora de Dança do Ventre e Educação Física

 

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Aulas para iniciantes

 

Tatiana

Bandeira de Mello

Tatiana

Bandeira de Mello

Bailarina e professora de Dança do Ventre.Mais de 15 anos em contato direto com a arte da dança através dos ensinamentos com conceituadas  professoras

 

Outros cursos:
Curso Superior em Educação Física – UNIBAN – 4º ano
Dança de Salão ( Ginastic / ACM) , Dança Cigana ( Samira Samia/ Mahira), Expressão Corporal (Unicid)  wings.

 

Lívia

 Hasegawa

 

Lívia  Hasegawa

 

Iniciou seus estudos na Dança do Ventre em 2002 com a professora Ana Claudia Borges. Desde então veio fazendo aulas e se aperfeiçoando com grandes mestres da dança oriental, como Lulu Sabongi, Carlla Sillveira, Dina (Egito), Ashraf Hassan (Egito), Randa Kamel (Egito), Jillina (EUA) e Saida (Argentina).

Possui registro no Sindicato dos Profissionais de Dança do Estado de São Paulo: DRT n° 23763/SP.

 

Lara

 

Sábados:Avançado

12:30 às 14:00h

Sábados:Avaçado

Das 9:00h às 10:30h

Iniciante:10:30 às 12:00h

Terças,20h00 

  Aulas Práticas

 

 

 

Aulas
Desenvolvimento de técnica de aprendizado através da criatividade de cada aluna, evidenciando a individualidade nos estilos e toque pessoal, além do resgate a auto estima e a pratica de uma atividade física de baixo impacto e correção postural.

Desenvolvimento de material de apoio sobre a dança e a cultura árabe 

Elaboração de fita didática sobre a dança do Candelabro (1º lançada no Brasil)


Modalidades

Dança do Ventre: Solos, Véus, 02 Véus, 7 veus, solos e coreografias, clássicas, modernas e com derbakes.

Dança Folclórica: Khaleege, Melea Laf, Salsa Árabe, Dubke, Ghawazee, Zaar., Hagalla punhal, serpente, candelabro, taças, incensário, Said (bengala e bastão), snujs, espada, jarro, pandeiro, beduíno, dabke, véus

 

Links relacionados
Acervo Alpha    Workshop Dança Ventre

 

Dança do Ventre e atividade física para crianças

 

Tatiana Bandeira

Professora de Educação Física Professora de Dança do Ventre

 

 

 

Com o advento do crescimento tecnológico (internet, MSN, orkut, vídeo game), da falta de segurança (ficar em casa como forma de lazer), falta de espaço físico em prédios como áreas de lazer para crianças, alimentação irregular, entre outros fatores, contribuem para um desenvolvimento muitas vezes anormal da criança, privando-a de movimento (movimento como forma recreativa, física ou esportiva), gerando de tal forma crianças com características sedentárias.

A infância é o período mais adequado para o início de atitudes e comportamentos saudáveis e que durante a mesma fase algumas particularidades decorrentes do processo de crescimento devem ser levadas em consideração, tanto no momento de indicar o tipo de atividade física, como durante o acompanhamento de programas de treinamento.

Por isso é de suma importância ao colocar uma criança para praticar qualquer tipo de atividade física, verificar se professor tem conhecimento sobre o desenvolvimento da criança e não só habilidade para trabalhar com elas.

 

A dança do ventre pode ser praticada por crianças, mas as aulas para as meninas são bem diferentes das aulas para as adolescentes e adultas, em respeito às questões anatômicas e funcionais próprias de cada fase do desenvolvimento. As crianças possuem centros de ossificação, seus ossos não estão "completamente formados" e as articulações também estão em desenvolvimento.

Assim existem atividades, movimentos e exercícios que são recomendados e outros não, tanto pelas condições físicas mais também psicológicas  em estar estimulando um lado mais sensual precocemente.

As atividades, de um modo geral, praticadas pelos adultos não devem simplesmente ser modificada quantitativamente para poder ser aplicada às crianças, devem levar em conta o universo infantil e assim deve ser também com a dança do ventre.

Sendo dança do ventre praticada desde cedo, a menina terá mais controle do seu corpo e consciência do mesmo, aprenderá a ser mais flexível e terá uma musicalidade e percepção rítmica mais aflorada.

Como conseqüência de um  curso for bem elaborado, especializado para esta faixa etária, trabalhará também com atividades em grupo e conhecerá grande parte da cultura que envolve esta dança.

 

           Nos países árabes, assim como em outras culturas, os encontros foram e continuam sendo regados de música e dança como mostram os estudos de ciências como arqueologia e antropologia.Os relatos antigos nos falam do encantamento dos faraós e califas com os cânticos de lindas mulheres com suas vozes suaves, das festas regadas com canções e danças que maravilhavam os nobres nos palácios medievais e tantos outros mais.


           A
origem da dança do ventre geralmente está associada ao culto da fertilidade e as religiões que cultuavam a grande Deusa Ísis no antigo Egito. No entanto, não há certeza absoluta da sua origem. O certo é que a dança do ventre foi ultrapassando as fronteiras e há registros de sua presença em festas nas cortes do império romano, na Turquia, na Grécia e a viagem prossegue num ciclo universal. 
A família musical árabe é rica em ritmos que transmitem vibrações energéticas permeadas de arte, cultura e espiritualidade.  Entre em sintonia com a dança do ventre e mergulhe nesse universo de beleza e alegria.

 

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